O Cortisol é um hormônio corticosteróide da família dos esteróides, produzido na parte superior da glândula supra-renal, diretamente envolvido na resposta ao estresse. Sua maneira sintética, chamada de hidrocortisona, é um anti-inflamatório usado principalmente no conflito às alergias, a artrite reumatóide (Britannica) e alguns tipos de câncer. O nome cortisol, deriva de córtex. Considerado o hormônio do stress, ativa respostas do corpo ante circunstâncias de urgência pra acudir a resposta física aos dificuldades, aumentando a pressão nas artérias e o açúcar no sangue, oportunizando energia muscular. Ao mesmo tempo todas as funções anabólicas de recuperação, renovação e constituição de tecidos são sem movimento e o corpo se concentra na sua função catabólica para a obtenção de energia.

Uma vez que o stress é pontual, superada a questão, os níveis hormonais e o recurso fisiológico volta a normalidade, no entanto quando esse se prolonga, o níveis de cortisol no corpo humano disparam (Enciclopédia Médica Ferato). A conversão envolve a hidroxilação dos C-11, C-dezessete e C-21. A sinopse acontece pela zona fasciculata do córtex da adrenal. O cortisol é a principal secreção do córtex adrenal, a despeito de ele assim como produza aldosterona na zona glomerulosa e hormônios sexuais na zona reticulosa.

O nome cortisol, deriva de córtex. Na síntese do cortisol a glândula adrenal é estimulada pelo lóbulo anterior da hipófise a partir do hormônio adrenocorticotrófico (ACTH). A geração do ACTH é modulada pelo hipotálamo, por intermédio da secreção por porção nesse do hormônio liberador de corticotrofina (CRH). Porém, dependendo do tipo do utensílio produzido nos salivettes os resultados poderão mascarar o nível basal.

A criação de cortisol se apresenta a partir de um desafio estressante (atividade física ou contusão em alguma parte do corpo), que transmite impulsos nervosos ao hipotálamo. Esse, por sua vez, libera o fator liberador de corticotropina(FLC), que chega a hipófise, cujas células secretam hormônio adrenocorticotrópico que flui pelo sangue até o córtex supra-renal onde será produzido o cortisol. O cortisol, como qualquer esteróide, atravessa as membranas celulares e actua num receptor glicocorticóide, presente no núcleo e citoplasma.

  • Use geléia (sem açúcar) ou frutas frescas ao invés manteiga em panquecas e waffles
  • Agachamento (quadríceps e glúteos)
  • Retorne à localização inicial, tomando cuidado pra não inclinar o tronco pra frente
  • Alívio para a asma

Esse receptor recebe a designação de receptor de glicocorticóides do tipo II, pertence à superfamília dos receptores de esteróides, retinóides e hormonas tiroideias. Surge em praticamente todos os tecidos, entretanto a tua concentração varia com o tipo celular e com o grau de diferenciação da detophyll funciona célula. O cortisol combina-se com o receptor de modo não covalente, alterando a tua estrutura; o complexo gerado liga-se ao componente regulador dos glicocorticóides induzindo ou reprimindo a transcrição génica. A resposta genética é versátil de célula pra célula.

O cortisol podes substituir os níveis de GMPc e os fosfolipídidos da membrana.

O receptor de glicocorticóides podes ligar outros esteróides e o item regulador dos glicocorticóides poderá ligar, de aproximado jeito, complexos hormona-receptor distintos, todavia estes não desencadeiam resposta génica. Os glicocorticóides provocam uma infra-regulação do próprio receptor. Pra concentrações basais reduzidas de glicocorticóide o receptor de mineralocorticóides medeia novas das acções do cortisol. É natural que outros mecanismos intracelulares sejam afectados pelo cortisol; apesar de não mudar os níveis de AMPc parece haver uma sinergia com esse sistema, algumas das tuas acções são mimetizadas por elevação dos níveis de AMPc. O cortisol podes substituir os níveis de GMPc e os fosfolipídidos da membrana. O hormônio cortisol é famoso pela sua atividade catabólica, no equilíbrio eletrolítico e no metabolismo de carboidratos, proteínas e lipídeos, além de portar um potente efeito antiinflamatório.

A atuação do cortisol no organismo é antagônica à insulina, por conseguinte sendo análoga à detophyll do glucagon. O cortisol é primordial à vida. Por muito que se faça terapeuticamente, substituindo as tuas funções, a sobrevida humana após adrenalectomia é rápido. O cortisol tem um claro domínio, em ligação à corticosterona, na sua acção glicocorticóide, intervindo de forma marcada em quase todos os estilos do metabolismo com um efeito global catabólico, ou anti-anabólico. Alguns dos efeitos do cortisol, como a inibição da secreção de ACTH, são rápidos, manifestando-se em poucos minutos; contudo a generalidade dos seus efeitos necessita de horas ou dias. 

A acção mais importante é simplificar a conversão das proteínas em glicogénio; o cortisol acentua a degradação e inibe a sinopse proteica, sensibiliza especialmente proteínas musculares, disponibilizando aminoácidos pra gliconeogénese. Exceptuando os aminoácidos que participam na neoglicogénese, como a alanina, aumentam os níveis plasmáticos de aminoácidos. Inúmeras enzimas da gliconeogénese são induzidas, sendo também activados mecanismos de depuração de derivados nitrogenados libertados dos aminoácidos.

Este tipo de resposta, numa intensidade normal, tem privilégios fisiológicos, entretanto os excessos prolongados de glicocorticóides acabam por depauperar as reservas proteicas corporais, particularmente no massa muscular, osso e conjuntivo. O efeito é independente do grau de ingestão alimentar, em razão de os processos de síntese estão inibidos. Os glicocorticóides são fulcrais para a sobrevivência do ser humano em períodos de jejum e fome; sem eles não seria mobilizada a reserva lipídica e proteica. Entretanto, nestes períodos, a sua secreção sofre aumentos muito ligeiros e a apresentação a níveis normais consegue impulsionar a reserva aminoacídica.